
Medicina integrada para uma vida saudável.
Algumas pessoas precisam de uma abordagem diferente para cuidar da saúde oral: pessoas com deficiência física ou intelectual, perturbações do neurodesenvolvimento, doenças neurológicas ou sistémicas, mobilidade reduzida ou ansiedade intensa perante o dentista.
Na Cliniqure, adaptamos o tempo, o ambiente e a forma de comunicar às necessidades de cada paciente, envolvendo a família e os cuidadores em todo o processo.
O objetivo é garantir acesso a cuidados de saúde oral seguros, previsíveis e respeitadores, num ambiente calmo e acolhedor.
Cada acompanhamento começa por conhecer a pessoa: o historial médico, a medicação, as rotinas e aquilo que a deixa mais confortável. Com essa informação, planeamos consultas com a duração e o ritmo adequados.
Privilegiamos a prevenção, para reduzir a necessidade de tratamentos mais complexos, e trabalhamos em articulação com médicos assistentes e outros profissionais de saúde.
Quando a situação clínica o exige, orientamos para os cuidados mais adequados, incluindo o encaminhamento para tratamento em meio hospitalar.

Consultas planeadas ao ritmo de cada pessoa, com tempo para a adaptação ao espaço e à equipa.
Planos de prevenção personalizados e apoio aos cuidadores na higiene oral diária.
Comunicação próxima com a família, os cuidadores e a equipa médica que acompanha o paciente.
Ajustamos o ambiente, os instrumentos e o plano de tratamento para tornar cada consulta mais confortável e segura.
Primeiro contacto pensado para conhecer o espaço e a equipa, sem pressa.
Análise do historial médico, da medicação e das necessidades específicas de cada pessoa.
Higiene oral, aplicação de flúor e selantes quando indicado, com intervalos de manutenção ajustados.
Orientação prática sobre escovagem e cuidados diários em casa.
Quando a deslocação é difícil, alguns cuidados podem ser prestados em casa.
Articulação com outras áreas clínicas e referenciação hospitalar quando necessária.
Qualquer pessoa que precise de uma adaptação nos cuidados de saúde oral, por exemplo por deficiência física ou intelectual, perturbação do espetro do autismo, doença neurológica ou sistémica, mobilidade reduzida ou ansiedade intensa.
Sim. A presença da família ou do cuidador é muitas vezes importante para o conforto do paciente e para a continuidade dos cuidados em casa.
Começamos por consultas de adaptação e técnicas de comunicação adequadas. Quando não é possível tratar em segurança no consultório, orientamos para o contexto mais adequado, incluindo o tratamento em meio hospitalar.
Depende do risco de cada pessoa. Em muitos casos recomendamos consultas de prevenção mais frequentes, para evitar tratamentos mais complexos.
